8ª série

Bullying como conviver, como combater

          Este é o tema do 5º Concurso de Redação Rotary Club de Ijuí e Jornal da Manhã.
          Leia e vá se preparando, desde já, para escrever o seu texto e participar.

O Bullying  é exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.

Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Mestre em Sociologia

 

BULLYING – A VALENTIA CRIMINOSA

 

Palavra de origem inglesa, que vem sendo amplamente usada em nosso País, sem equivalência exata em português, só pode ser definida por toda a maldade que carrega, significando: agredir, amedrontar, assediar, atormentar, aterrorizar, bater, chutar, caluniar, difamar, discriminar, divulgar apelidos, dominar, empurrar, “encarnar”, excluir do grupo, fazer sofrer, ferir, “gozar”, humilhar, ignorar, isolar, intimidar, ofender, perseguir, “sacanear”, roubar, destruir, quebrar pertences, “zoar”, denegrir, dentre outras coisas mais. Enfim, todos os atos de violência física e psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos, com o intuito de intimidar ou agredir alguém incapaz de se defender, seja pessoalmente ou através de qualquer meio, incluindo-se ai a Internet, que tem a velocidade de um rastilho de pólvora.

Trata-se de um crime grave, com múltiplas formas, inúmeros alvos e que, por passar despercebido, muitas das vezes, acaba por punir severamente as suas vítimas, não raro ao longo de anos a fio. São vítimas do bullying as pessoas alvos, que sofrem as agressões; os alvos/atores, que hora sofrem, hora praticam o bullying; os próprios autores, que praticam o bullying; as testemunhas, impotentes diante de tanta agressão e a sociedade como um todo, que assiste a violência contaminando os locais mais puros e íntimos da sociedade.
 Talvez seja esse o ponto mais nevrálgico da questão, a forma como a violência se alastra, emergindo do “under ground” para a luz do dia, do cotidiano, da vida de nossos filhos.
 E quando se trata de crianças e jovens, a escola é o ponto de referência, lugar de fazer amigos, de crescerem juntos; além dos estudos, eles conversam, brincam, riem, jogam. O que mais magoa os adolescentes é ser motivo de deboche dos colegas, principalmente na escola, o lugar onde é mais importante ser aceito pelo grupo. Em muitas delas, à margem do aprendizado e da amizade, as agressões se tornaram praticas frequentes. Pesquisas recentes mostraram que 40% dos alunos já foram autores e vitimas de agressões. Destes, as maiores vítimas, 56%, são alunos da quinta e sexta séries, logo, na mais tenra adolescência. As marcas ai deixadas podem se tornar verdadeiras cicatrizes, não só físicas, mas, principalmente, na estrutura psíquica, produzindo indivíduos sem estima própria, medrosos e, até mesmo, desequilibrados emocional e mentalmente.
 Isto se agrava ainda mais quando acontece de forma surda, sem escuta, causando no agredido desespero e medo, pois, além das agressões expressas, há a ameaça que, pela intimidação, potencializa a violência e eleva o medo à categoria do pavor. O agressor tende a ser o agressor futuro, o valentão, o caça-confusão, mais forte e poderoso, respeitado pelo grupo, pelas testemunhas que se intimidam e não conseguem fazer nada. Ele tende a reproduzir isso na sua vida social futura, repetindo em casa e em sociedade o comportamento agressor. Não raro, na média adolescência, aos 16 anos, já começam a fazer parte de gangs, se drogando, pixando, brigando, dominando pelo medo, quebrando tudo e todos, se preparando mais e mais para o crime e para o tráfico.
 Trata-se de um cenário perigoso, onde o que está essencialmente em jogo é a potência de cada um. Para a vítima, impotente quando agredida, o perigo é de eternizar sua impotência diante do mundo. Para o agressor, a falsa sensação de potência faz dele um impotente de altíssima periculosidade. Os que oscilam entre os dois polos, agredindo e sendo agredidos, tentam sair de uma absoluta impotência para uma falsa potência.  As testemunhas, ou endossam a impotência ou se iludem com a falsa valentia. Para a sociedade, incluindo-se ai as famílias, as escolas, os clubes, as rodas de amigos, que invariavelmente se encontram num ou mais desses polos, o cenário não é outro.
 Só há uma arma diante da impotência, a atitude. Aos pais cabe impor limites a seus filhos dentro de casa, desde cedo, pois, como dizia Freud, “educar é frustrar”. Cabe também a presença constante, o tempo dado aos filhos, o conhecimento de que algo não vai bem com eles, que exige intimidade e amizade, única forma de detectar precocemente se estão sendo vítimas da maldade do mundo. À escola cabe a prevenção, a educação, o falar sobre isso aberta e francamente desde cedo com os alunos e com os pais, além da punição, severa, exemplar, para que o mau exemplo não tome ares de heroísmo. E ainda, a cada cidadão cabe bem exercitar a justiça, usando uma mesma e exata medida para o que deseja pra si e para os outros. Mas, uma coisa é certa, o sucesso depende do envolvimento de todas essas esferas, do individual ao coletivo, em especial da família, vez que apesar de ser a escola o palco principal das agressões, é a família a grande responsável pela educação e pelos valores que devem ser passados aos filhos dos homens.

Dra. Carmem Bruder - médica e psicanalista

 



QUERIDOS ALUNOS
2012 chega com muitas espectativas...
Venha você também com muito entusiasmo e vontade de aprender...

CRÔNICA 


A crônica é um gênero narrativo que trata de temas da atualidade. Normalmente é publicada em jornal ou revista.  Destina-se à leitura diária ou semanal  e trata de acontecimentos cotidianos. 
A crônica se diferencia da notícia por não buscar a exatidão da informação. O cronista procura  analisar os acontecimentos, dando a eles um colorido emocional, incluindo elementos de ficção e fantasia.
É um texto geralmente curto, escrito em 1ª pessoa, podendo conter diálogo ou não. 

Leia algumas crônicas produzidas pelos alunos da 6ª série


FANTASIA OU REALIDADE
           Arthur Cogo

Se eu fosse escrever uma crônica, escreveria sobre fantasia ou realidade. Sobre as crianças que vivem da fantasia, que com uma caixa de papelão navegam pelos mares, que com um simples balanço exploram o universo, o universo da imaginação.
A imaginação é tão importante para as crianças que escritores produzem histórias fantásticas para elas, e que se eu fosse citar algumas, seria Harry Potter, Percy Jackson e os Olimpianos... que já viraram filmes com efeitos especiais impressionantes.
Mas e se as crianças tentassem transformar a fantasia em realidade, que sabe as crianças da caixa de papelão virassem navegadores e as do balanço, astronautas, pois a realidade tem suas coisas boas e a fantasia tem suas coisas ruins como a realidade.
As crianças devem viajar na imaginação o quanto puderem, pois quem não garante que essa fantasia maravilhosa pode salvar a realidade depois.


Saudades daquele gaúcho
                                      Júlia Dalmás
Saudades daquele gaúcho...
Que não se importava e colocava botas, bombacha, lenço no pescoço e vestia o orgulho de trabalhar no campo.
Que ao invés de cerveja e cigarro, tomava chimarrão e saboreava o churrasco.
Saudades daquele gaúcho  que não se preocupava com contas para pagar, com roupas caras e com joias para a esposa. Que nas tardes de domingo reunia a família, tomava chimarrão e contava causos.
Saudades de quando esse mesmo gaúcho, cantava o hino do Rio Grande do Sul com orgulho, sem pensar muito em trabalho, ou no carro zero Km que tanto queria comprar.
Saudades daquele gaúcho, que passeava com seu cavalo na querência amada, só para sentir o vento bater no rosto e respirar o ar puro da natureza.
Hoje em dia o ar que respiramos é o da poluição, fazendo com que as árvores morram, deixando um ar pesado de tristeza.
E hoje, o gaúcho que vemos, é moderno, usa roupas de marca e anda em seu poderoso carrão.
O gaúcho de hoje perdeu a cultura, o orgulho, embora ainda se chame de forte. O gaúcho de hoje mais se parece um americano esbanjando chiqueza, do que aquele dos campos, que era forte, cultivava a cultura e suas raízes.

Ponto de vista
                                          Giovani Pasquali Piovesan


O juiz já estava no meio do campo e a TV ainda mostrava a novela das nove. No bar a torcidinha organizada aguardava o início com batata frita, refrigerante, cerveja, torrada e até xis. Estava lá ele, Afonsinho, o ídolo do time, o camida 10, ansioso, pois poderia fazer o seu milésimo gol, e então como sempre, ele faria de pênalti.
Num prédio ao lado, um grupo de empreendedores, se decidia entre o produto novo e o velho que rende mais, mas eles sempre vão pelo caminho mais fácil.
Na  rua, dois homens discutem, um sábio e um burro. O sábio fala uma frase e o menos inteligente não entende, e então repete a frase e sai se achando. Gostaria de saber por que a sociedade é assim? Por que é tudo pelo caminho mais fácil, por que não tentamos viver uma vida mais tranquila, sem tantas preocupações e mais feliz?




 Dia Mundial do Meio ambiente




No dia 5 de junho comemoramos o dia mundial do Meio Ambiente.
Esperamos que este dia seja realmente um dia para reflexão e mudança de postura diante da situação atual do nosso planeta.


Filme Coração de tinta 

É um filme muito interessante, baseado no livro Coração de tinta (o livro mágico), que narra a aventura Meggie, uma garota que adora histórias e por isso lê livros e mais livros relacionados à aventura. 
Certo dia ela descobre que o seu pai, Mo, possui poderes mágicos de trazer os personagens dos livros para a vida real, quando ele lê alguns trechos em voz alta.
Com isso, o vilão chamado Capricórnio sai das páginas do livro para conseguir roubar os poderes do pai de Meggie. 
Mo, Meggie e os amigos do mundo encantado terão que se unir e entrar no mundo dos livros para impedir com que o vilão Capricórnio destrua o mundo.
Meggie também quer encontrar a sua mãe que desapareceu e está perdida, desde que entrou numa história contada por seu pai, quando ela ainda era criança.
O filme é muito interessante e lembra várias histórias e personagens, fazendo-nos viajar pelo imaginário da literatura infantil.

Se você gostou de assistir e realizar as atividades, deixe seu comentário.
 
LEIA O CONTO                    
A pequena vendedora de fósforos 
                                              (Hans Christian Andersen)
                                               
 Fazia um frio terrível; caía a neve e estava quase escuro; a noite descia: a última noite do ano.
Em meio ao frio e à escuridão uma pobre menininha, de pés no chão e cabeça descoberta, caminhava pelas ruas.
Quando saiu de casa trazia chinelos; mas de nada adiantavam, eram chinelos tão grandes para seus pequenos pezinhos, eram os antigos chinelos de sua mãe.
A menininha os perdera quando escorregara na estrada, onde duas carruagens passaram terrivelmente depressa, sacolejando.
Um dos chinelos não mais foi encontrado, e um menino se apoderara do outro e fugira correndo.
Depois disso a menininha caminhou de pés nus - já vermelhos e roxos de frio.
Dentro de um velho avental carregava alguns fósforos, e um feixinho deles na mão.
Ninguém lhe comprara nenhum naquele dia, e ela não ganhara sequer um níquel.
Tremendo de frio e fome, lá ia quase de rastos a pobre menina, verdadeira imagem da miséria!
Os flocos de neve lhe cobriam os longos cabelos, que lhe caíam sobre o pescoço em lindos cachos; mas agora ela não pensava nisso.
Luzes brilhavam em todas as janelas, e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado, pois era véspera de Ano-Novo.
Sim: nisso ela pensava!
Numa esquina formada por duas casas, uma das quais avançava mais que a outra, a menininha ficou sentada; levantara os pés, mas sentia um frio ainda maior.
Não ousava voltar para casa sem vender sequer um fósforo e, portanto sem levar um único tostão. O pai naturalmente a espancaria e, além disso, em casa fazia frio, pois nada tinham como abrigo, exceto um telhado onde o vento assobiava através das frinchas maiores, tapadas com palha e trapos.
Suas mãozinhas estavam duras de frio.
Ah! bem que um fósforo lhe faria bem, se ela pudesse tirar só um do embrulho, riscá-lo na parede e aquecer as mãos à sua luz!
Tirou um: trec! O fósforo lançou faíscas, acendeu-se.
Era uma cálida chama luminosa; parecia uma vela pequenina quando ela o abrigou na mão em concha...
Que luz maravilhosa!
Com aquela chama acesa a menininha imaginava que estava sentada diante de um grande fogão polido, com lustrosa base de cobre, assim como a coifa.
Como o fogo ardia! Como era confortável!
Mas a pequenina chama se apagou, o fogão desapareceu, e ficaram-lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado.
Riscou um segundo fósforo.
Ele ardeu, e quando a sua luz caiu em cheio na parede ela se tornou transparente como um véu de gaze, e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado. Na mesa se estendia uma toalha branca como a neve e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar. O ganso assado fumegava maravilhosamente, recheado de maçãs e ameixas pretas. Ainda mais maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção, com a faca e o garfo espetados no peito!
Então o fósforo se apagou, deixando à sua frente apenas a parede áspera, úmida e fria.
Acendeu outro fósforo, e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do rico negociante. Milhares de velas ardiam nos verdes ramos, e cartões coloridos, iguais aos que se vêem nas papelarias, estavam voltados para ela. A menininha espichou a mão para os cartões, mas nisso o fósforo apagou-se. As luzes do Natal subiam mais altas. Ela as via como se fossem estrelas no céu: uma delas caiu, formando um longo rastilho de fogo.
"Alguém está morrendo", pensou a menininha, pois sua vovozinha, a única pessoa que amara e que agora estava morta, lhe dissera que quando uma estrela cala, uma alma subia para Deus.
Ela riscou outro fósforo na parede; ele se acendeu e, à sua luz, a avozinha da menina apareceu clara e luminosa, muito linda e terna.
- Vovó! - exclamou a criança.
- Oh! leva-me contigo!
Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar!
Dissipar-te-ás, como as cálidas chamas do fogo, a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal!
E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos, pois queria reter diante da vista sua querida vovó. E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do dia. Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela. Tornou a menininha nos braços, e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra, subindo cada vez mais alto para onde não havia frio nem fome nem preocupações - subindo para Deus.
Mas na esquina das duas casas, encostada na parede, ficou sentada a pobre menininha de rosadas faces e boca sorridente, que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.
O sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver.
A criança lá ficou, paralisada, um feixe inteiro de fósforos queimados. - Queria aquecer-se - diziam os passantes.
Porém, ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo, nem a glória para onde ela se fora com a avó e a felicidade que sentia no dia do Ano Novo.
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Esse conto nos faz refletir questões importantes como: o abandono, a miséria, a fome, a indiferença, a inveja, a exclusão.
É importante que pensemos nessas questões e no que podemos fazer para ajudar a tornar a vida do nosso próximo e por conseqüência, a nossa melhor.
Que as pequenas e os pequenos vendedores de fósforo tenham histórias lindas, cheias de amor, compaixão, ajuda, carinho e felicidade.
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FELIZ PÁSCOA!
Que nesta páscoa o amor ao próximo possa renascer em nossos corações e nossa vida seja um constante renascer...

FIQUE LIGADO!
Concurso de redação do Rotary Club e Jornal da manhã - 2011 
TEMA: Energia e Meio Ambiente: convivência harmônica e responsável
O objetivo do concurso é refletir sobre o uso responsável no consumo de energia elétrica, assumindo atitude investigativa de modo a acrescentar outras informações às do senso comum. Há de se pensar, responsavelmente, no seu uso para que não cause impactos ao ambiente e à biodiversidade.
Para alunos de 6ª a 8ª séries a modalidade proposta é uma narrativa em prosa, sugerindo mudanças em hábitos pessoais que possam ocasionar padrões de sustentabilidade responsável no uso da energia utilizada no cotidiano.
No momento de escrever sua redação fique atento para os elementos da narrativa:
- Foco narrativo
- Espaço e tempo
- Caracterização e conflito narrativo
Além disso, observe a norma padrão da escrita e seja muito criativo, sem fugir do tema proposto.
Seu texto deve ser original e inédito, contendo entre 25 e 30 linhas.

Este vídeo poderá auxiliá-lo
ENERGIA LIMPA
O homem é o único animal do planeta que causa poluição e danos ao meio ambiente. Isso acontece, em parte, porque a vida na sociedade de hoje utiliza em grandes quantidades fontes de energia poluentes, como os combustíveis fósseis (petróleo, gasolina, diesel), ou que causam transformações ambientais que prejudicam a natureza, como as usinas hidrelétricas.
Nas usinas, a força das  águas represadas dos rios é utilizada para a produção de energia elétrica, que move praticamente tudo o que você vê à sua volta. Essas usinas são a principal maneira de se obter energia.
O único problema é que para construir represas e usinas é preciso alagar uma área enorme e muitas vezes mexer no caminho que o rio faz. Essa alteração do meio ambiente atrapalha a vida dos bichos e das plantas da região, além de mudar radicalmente a paisagem, muitas vezes destruindo belezas naturais. Também saem prejudicadas as pessoas que moram por perto e têm que se mudar por causa da inundação.
Um das maneiras de dar uma mãozinha para a natureza é usar formas alternativas de energia, as chamadas energias limpas.
A energia solar e a energia eólica (do vento) podem ser transformadas em  energia elétrica! Além de serem fontes praticamente inesgotáveis, elas não deixam resíduos no meio ambiente. As energias limpas estão sendo cada vez mais utilizadas para construir um futuro diferente para o nosso planeta.
Sabia que em apenas uma hora o Sol despeja sobre a Terra uma quantidade de energia maior que o consumo do mundo em um ano inteiro?
ENERGIA QUE GERA POLUIÇÃO
Outra maneira de gerar energia é através da queima dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão, óleo diesel, gás natural). Apesar de ser muito comum - cerca de 63% de toda a energia elétrica produzida no mundo vem dessas usinas - esse é o jeito mais caro e poluente.
A queima desses combustíveis move milhões de automóveis em todo o mundo, e produz energia elétrica em usinas chamadas termoelétricas. Mas também libera gases tóxicos que contaminam o ar e escurecem o céu.
Esses gases causam problemas graves, como  o efeito estufa, o buraco da camada de ozônio e a chuva ácida.
ENERGIA NUCLEAR
O Japão, os Estados Unidos, alguns países da Europa e o Brasil (com a usina Angra 2) também produzem energia elétrica em usinas nucleares. Cerca de 17% da energia elétrica do mundo é produzida nessas usinas.
A energia nuclear ou atômica é poderosíssima, e também é utilizada para produzir armas, capazes de arrasar uma cidade inteira! E se bobear, todo o planeta...
O problema das usinas nucleares é o lixo nuclear, um material altamente radioativo gerado nas usinas. Esse lixo tem de ser tratado e isolado para não oferecer riscos de  contaminação do solo ou da água. A radiação do urânio pode causar câncer e mutações nos seres vivos, e por isso todo o cuidado é pouco.
O urânio e os combustíveis fósseis, além de serem poluentes, são recursos naturais não-renováveis. Ou seja, um dia vão acabar.
Para não poluir o ar nem causar estragos na natureza, o negócio é usar fontes alternativas. Sim, elas existem: a  energia solar e a energia eólica aproveitam o calor do sol e a força do vento. E são uma fonte praticamente infinita de energia.


ATENÇÃO GALERINHA!!!

Preparem-se para a nova edição da OFICINA DO TEXTO!
Vamos participar da Oficina "Uma viagem no tempo"










Vocês
certamente vão se divertir e aprender muito, ao escrever um jornal divulgando o que era, ou  será notícia no Brasil e no mundo.