Bullying como conviver, como combater
Este é o tema do 5º Concurso de Redação Rotary Club de Ijuí e Jornal da Manhã. Leia e vá se preparando, desde já, para escrever o seu texto e participar. O Bullying é exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Mestre em Sociologia
BULLYING – A VALENTIA CRIMINOSA
Dra. Carmem Bruder - médica e psicanalista
Palavra de origem inglesa, que vem sendo amplamente usada em nosso País, sem equivalência exata em português, só pode ser definida por toda a maldade que carrega, significando: agredir, amedrontar, assediar, atormentar, aterrorizar, bater, chutar, caluniar, difamar, discriminar, divulgar apelidos, dominar, empurrar, “encarnar”, excluir do grupo, fazer sofrer, ferir, “gozar”, humilhar, ignorar, isolar, intimidar, ofender, perseguir, “sacanear”, roubar, destruir, quebrar pertences, “zoar”, denegrir, dentre outras coisas mais. Enfim, todos os atos de violência física e psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos, com o intuito de intimidar ou agredir alguém incapaz de se defender, seja pessoalmente ou através de qualquer meio, incluindo-se ai a Internet, que tem a velocidade de um rastilho de pólvora.Trata-se de um crime grave, com múltiplas formas, inúmeros alvos e que, por passar despercebido, muitas das vezes, acaba por punir severamente as suas vítimas, não raro ao longo de anos a fio. São vítimas do bullying as pessoas alvos, que sofrem as agressões; os alvos/atores, que hora sofrem, hora praticam o bullying; os próprios autores, que praticam o bullying; as testemunhas, impotentes diante de tanta agressão e a sociedade como um todo, que assiste a violência contaminando os locais mais puros e íntimos da sociedade. Talvez seja esse o ponto mais nevrálgico da questão, a forma como a violência se alastra, emergindo do “under ground” para a luz do dia, do cotidiano, da vida de nossos filhos. E quando se trata de crianças e jovens, a escola é o ponto de referência, lugar de fazer amigos, de crescerem juntos; além dos estudos, eles conversam, brincam, riem, jogam. O que mais magoa os adolescentes é ser motivo de deboche dos colegas, principalmente na escola, o lugar onde é mais importante ser aceito pelo grupo. Em muitas delas, à margem do aprendizado e da amizade, as agressões se tornaram praticas frequentes. Pesquisas recentes mostraram que 40% dos alunos já foram autores e vitimas de agressões. Destes, as maiores vítimas, 56%, são alunos da quinta e sexta séries, logo, na mais tenra adolescência. As marcas ai deixadas podem se tornar verdadeiras cicatrizes, não só físicas, mas, principalmente, na estrutura psíquica, produzindo indivíduos sem estima própria, medrosos e, até mesmo, desequilibrados emocional e mentalmente. Isto se agrava ainda mais quando acontece de forma surda, sem escuta, causando no agredido desespero e medo, pois, além das agressões expressas, há a ameaça que, pela intimidação, potencializa a violência e eleva o medo à categoria do pavor. O agressor tende a ser o agressor futuro, o valentão, o caça-confusão, mais forte e poderoso, respeitado pelo grupo, pelas testemunhas que se intimidam e não conseguem fazer nada. Ele tende a reproduzir isso na sua vida social futura, repetindo em casa e em sociedade o comportamento agressor. Não raro, na média adolescência, aos 16 anos, já começam a fazer parte de gangs, se drogando, pixando, brigando, dominando pelo medo, quebrando tudo e todos, se preparando mais e mais para o crime e para o tráfico. Trata-se de um cenário perigoso, onde o que está essencialmente em jogo é a potência de cada um. Para a vítima, impotente quando agredida, o perigo é de eternizar sua impotência diante do mundo. Para o agressor, a falsa sensação de potência faz dele um impotente de altíssima periculosidade. Os que oscilam entre os dois polos, agredindo e sendo agredidos, tentam sair de uma absoluta impotência para uma falsa potência. As testemunhas, ou endossam a impotência ou se iludem com a falsa valentia. Para a sociedade, incluindo-se ai as famílias, as escolas, os clubes, as rodas de amigos, que invariavelmente se encontram num ou mais desses polos, o cenário não é outro. Só há uma arma diante da impotência, a atitude. Aos pais cabe impor limites a seus filhos dentro de casa, desde cedo, pois, como dizia Freud, “educar é frustrar”. Cabe também a presença constante, o tempo dado aos filhos, o conhecimento de que algo não vai bem com eles, que exige intimidade e amizade, única forma de detectar precocemente se estão sendo vítimas da maldade do mundo. À escola cabe a prevenção, a educação, o falar sobre isso aberta e francamente desde cedo com os alunos e com os pais, além da punição, severa, exemplar, para que o mau exemplo não tome ares de heroísmo. E ainda, a cada cidadão cabe bem exercitar a justiça, usando uma mesma e exata medida para o que deseja pra si e para os outros. Mas, uma coisa é certa, o sucesso depende do envolvimento de todas essas esferas, do individual ao coletivo, em especial da família, vez que apesar de ser a escola o palco principal das agressões, é a família a grande responsável pela educação e pelos valores que devem ser passados aos filhos dos homens.
QUERIDOS ALUNOS2012 chega com muitas espectativas...
Bullying como conviver, como combater
Este é o tema do 5º Concurso de Redação Rotary Club de Ijuí e Jornal da Manhã.
Leia e vá se preparando, desde já, para escrever o seu texto e participar.
O Bullying é exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Mestre em Sociologia
Colaborador Brasil Escola
Mestre em Sociologia
BULLYING – A VALENTIA CRIMINOSA
Dra. Carmem Bruder - médica e psicanalista
Palavra de origem inglesa, que vem sendo amplamente usada em nosso País, sem equivalência exata em português, só pode ser definida por toda a maldade que carrega, significando: agredir, amedrontar, assediar, atormentar, aterrorizar, bater, chutar, caluniar, difamar, discriminar, divulgar apelidos, dominar, empurrar, “encarnar”, excluir do grupo, fazer sofrer, ferir, “gozar”, humilhar, ignorar, isolar, intimidar, ofender, perseguir, “sacanear”, roubar, destruir, quebrar pertences, “zoar”, denegrir, dentre outras coisas mais. Enfim, todos os atos de violência física e psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos, com o intuito de intimidar ou agredir alguém incapaz de se defender, seja pessoalmente ou através de qualquer meio, incluindo-se ai a Internet, que tem a velocidade de um rastilho de pólvora.
Trata-se de um crime grave, com múltiplas formas, inúmeros alvos e que, por passar despercebido, muitas das vezes, acaba por punir severamente as suas vítimas, não raro ao longo de anos a fio. São vítimas do bullying as pessoas alvos, que sofrem as agressões; os alvos/atores, que hora sofrem, hora praticam o bullying; os próprios autores, que praticam o bullying; as testemunhas, impotentes diante de tanta agressão e a sociedade como um todo, que assiste a violência contaminando os locais mais puros e íntimos da sociedade.
Talvez seja esse o ponto mais nevrálgico da questão, a forma como a violência se alastra, emergindo do “under ground” para a luz do dia, do cotidiano, da vida de nossos filhos.
E quando se trata de crianças e jovens, a escola é o ponto de referência, lugar de fazer amigos, de crescerem juntos; além dos estudos, eles conversam, brincam, riem, jogam. O que mais magoa os adolescentes é ser motivo de deboche dos colegas, principalmente na escola, o lugar onde é mais importante ser aceito pelo grupo. Em muitas delas, à margem do aprendizado e da amizade, as agressões se tornaram praticas frequentes. Pesquisas recentes mostraram que 40% dos alunos já foram autores e vitimas de agressões. Destes, as maiores vítimas, 56%, são alunos da quinta e sexta séries, logo, na mais tenra adolescência. As marcas ai deixadas podem se tornar verdadeiras cicatrizes, não só físicas, mas, principalmente, na estrutura psíquica, produzindo indivíduos sem estima própria, medrosos e, até mesmo, desequilibrados emocional e mentalmente.
Isto se agrava ainda mais quando acontece de forma surda, sem escuta, causando no agredido desespero e medo, pois, além das agressões expressas, há a ameaça que, pela intimidação, potencializa a violência e eleva o medo à categoria do pavor. O agressor tende a ser o agressor futuro, o valentão, o caça-confusão, mais forte e poderoso, respeitado pelo grupo, pelas testemunhas que se intimidam e não conseguem fazer nada. Ele tende a reproduzir isso na sua vida social futura, repetindo em casa e em sociedade o comportamento agressor. Não raro, na média adolescência, aos 16 anos, já começam a fazer parte de gangs, se drogando, pixando, brigando, dominando pelo medo, quebrando tudo e todos, se preparando mais e mais para o crime e para o tráfico.
Trata-se de um cenário perigoso, onde o que está essencialmente em jogo é a potência de cada um. Para a vítima, impotente quando agredida, o perigo é de eternizar sua impotência diante do mundo. Para o agressor, a falsa sensação de potência faz dele um impotente de altíssima periculosidade. Os que oscilam entre os dois polos, agredindo e sendo agredidos, tentam sair de uma absoluta impotência para uma falsa potência. As testemunhas, ou endossam a impotência ou se iludem com a falsa valentia. Para a sociedade, incluindo-se ai as famílias, as escolas, os clubes, as rodas de amigos, que invariavelmente se encontram num ou mais desses polos, o cenário não é outro.
Só há uma arma diante da impotência, a atitude. Aos pais cabe impor limites a seus filhos dentro de casa, desde cedo, pois, como dizia Freud, “educar é frustrar”. Cabe também a presença constante, o tempo dado aos filhos, o conhecimento de que algo não vai bem com eles, que exige intimidade e amizade, única forma de detectar precocemente se estão sendo vítimas da maldade do mundo. À escola cabe a prevenção, a educação, o falar sobre isso aberta e francamente desde cedo com os alunos e com os pais, além da punição, severa, exemplar, para que o mau exemplo não tome ares de heroísmo. E ainda, a cada cidadão cabe bem exercitar a justiça, usando uma mesma e exata medida para o que deseja pra si e para os outros. Mas, uma coisa é certa, o sucesso depende do envolvimento de todas essas esferas, do individual ao coletivo, em especial da família, vez que apesar de ser a escola o palco principal das agressões, é a família a grande responsável pela educação e pelos valores que devem ser passados aos filhos dos homens.
QUERIDOS ALUNOS
Nossos sonhos
Sonhamos com o dia em que todas as crianças
tenham lares felizes para morar,proteção, amor, estudo e muitos sonhos para realizar.
Com uma família fantástica ao lado para amar,
Que aprendam o valor da amizade,
de cada minuto da vida,

E que jamais esqueçam disso na idade adulta!
Acreditamos que ser criança é isso:
jamais perder a fé em Deus, a esperança, o encantamento pela vida,
valorizar o outro e acreditar nele - os adultos têm medo, às vezes,
de fazê-lo acreditar sempre, eternamente nos sonhos e em si mesmo!
Que todos possamos deixar a criança
que existe dentro de nós viva para sempre!
POEMA PARAÍSO
(José Paulo Paes)
Se esta rua fosse minha,
eu mandava ladrilhar,
não para automóveis matar gente,
mas para criança brincar.
eu mandava ladrilhar,
não para automóveis matar gente,
mas para criança brincar.
Se esta mata fosse minha,
eu não deixava derrubar.
Se cortarem todas as árvores,
onde é que os pássaros vão morar?
eu não deixava derrubar.
Se cortarem todas as árvores,
onde é que os pássaros vão morar?
Se este rio fosse meu,
eu não deixava poluir.
Joguem esgotos noutra parte,
que os peixes moram aqui.
eu não deixava poluir.
Joguem esgotos noutra parte,
que os peixes moram aqui.
Se este mundo fosse meu,
Eu fazia tantas mudanças
Que ele seria um paraíso
De bichos, plantas e crianças.
Eu fazia tantas mudanças
Que ele seria um paraíso
De bichos, plantas e crianças.
Em Paes, José Paulo. Poemas para brincar. Ática, 1990.
FILME CORAÇÃO DE TINTA
FILME CORAÇÃO DE TINTA
É um filme muito interessante, baseado no livro Coração de tinta(o livro mágico),que narra a aventura Meggie, uma garota que adora histórias e por isso lê livros e mais livros relacionados à aventura.
Certo dia ela descobre que o seu pai, Mo, possui poderes mágicos de trazer os personagens dos livros para a vida real, quando ele lê alguns trechos em voz alta.
Com isso, o vilão chamado Capricórnio sai das páginas do livro para conseguir roubar os poderes do pai de Meggie.
Mo, Meggie e os amigos do mundo encantado terão que se unir e entrar no mundo dos livros para impedir com que o vilão Capricórnio destrua o mundo.
Meggie também quer encontrar a sua mãe que desapareceu e está perdida, desde que entrou numa história contada por seu pai, quando ela ainda era criança.
O filme é muito interessante e lembra várias histórias e personagens, fazendo-nos viajar pelo imaginário da literatura infantil.
Se você gostou de assistir e realizar as atividades, deixe seu comentário...
LIVRO É VIDA
Para mim, livro é vida
desde muito pequena os livros me deram casa e comida.
Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé fazia parede; deitado, fazia degrau de escada;
inclinado, encostava num outro e fazia telhado.
E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro prá brincar de morar em livro.
De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar prás paredes).
Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras.
Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça.
Mas fui pegando intimidade com as palavras.
E quanto mais íntimas a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas.
Só por causa de uma razão: o livro agora alimentava a minha imaginação.
Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé fazia parede; deitado, fazia degrau de escada;
inclinado, encostava num outro e fazia telhado.
E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro prá brincar de morar em livro.
De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar prás paredes).
Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras.
Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça.
Mas fui pegando intimidade com as palavras.
E quanto mais íntimas a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas.
Só por causa de uma razão: o livro agora alimentava a minha imaginação.
Lygia Bojunga Nunes,
FELIZ PÁSCOA!
QUE POSSAMOS RENASCER O CRISTO EM NOSSOS CORAÇÕES TODOS OS DIAS E QUE NOSSA VIDA SEJA UM CONSTANTE RENASCER...
ATENÇÃO GALERINHA!!!
Preparem-se para a nova edição da OFICINA DO TEXTO!
Vamos participar da Oficina Zeróis do Brasil.
Vocês certamente vão curtir muito produzir uma história em quadrinhos com os Zeróis do Brasil, e o mais legal! Receber um livro com a sua história, como aconteceu no ano passado.
Por isso, vamos lá! Muita criatividade!!!
PARABÉNS PELO ÓTIMO DESEMPENHO AOS FINALISTAS DA OLIMPÍADA DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTAL EDUCACIONAL.
VALEU!!!
João Otávio Friedrich dos Santos (5ª série) 5° colocado
Lara Michel Da Silva (4ª série) 8ª colocada
Renan Goi Daltrozo (4ª série) 15° colocado
Osvaldo Bazzan Bini (4ª série) 16° colocado
Vitor Kirchner Fiorin (4ª série) 22° colocado
Ben-hur Ribas Maciel (5ª série) 29° colocado
Caio Felipe Froner Hass (5ª série) 36° colocado
Lorenzo Augusto Zasso Cunha (5ª série) 66° colocado
PARABÉNS A TODAS AS CRIANÇAS NO SEU DIA!
PARABÉNS: LARA, OSVALDO, RENAN E VITOR
CLASSIFICADOS PARA A FINAL DA OLIMPÍADA
BOA SORTE!!!
PARABÉNS AOS ALUNOS QUE PASSARAM PARA A 3ª FASE DA OLIMPÍADA DA LÍNGUA PORTUGUESA
Os alunos da 4ª série participam da Olímpíada de Língua Portuguesa na categoria 3ª e 4ª série.
Todos os alunos iniciaram a participação bem motivados, e na primeira fase, a maioria conseguiu o objetivo: acertar 50% das questões e passar para a 2ª fase. Já na segunda fase, os desafios aumentaram e somente os alunos que obtiveram as 10 melhores pontuações, passaram para a 3ª fase.
A Olimpíada acontece em âmbito nacional, com a participação dos alunos de todas as escolas plugadas ao Portal Educacional. Por isso, consideramos estes alunos vencedores por terem conseguido chegar à 3ª fase, com excelente pontuação.
Agora é só aguardar o resultado desta fase, torcendo para que todos consigam chegar à fase final.
Alunos da 4ª série Emanuelle Fetter de Carvalho T: 41
Gabrielli Kronbauer Weis T: 42
Lara Michel da Silva T: 41
Luis Gustavo Tabile T: 41
Manoella Cardinal Pias T: 41
Marcelle Araújo Bonini T: 42
Matheus de Oliveira Pimentel T: 41
Natan Gonçalves dos Santos T: 41
Osvaldo Bazan Bini T: 42
Renan Goi Daltrozo T: 41
Vitor Kirchner Fiorin T: 42
Estamos participando da Olímpiada da Língua Portuguesa do Portal Educacional. PARABÉNS a todos os que passaram para a segunda fase!
Vamos lá, agora é hora de responder e ganhar super bônus. Não perca a hora!
GALERINHA!
Sem dúvida, participar da Oficina de Textos do Portal Educacional foi uma experiência muito gratificante. Agora podemos dizer que somos ESCRITORES de verdade: com o livro nas mãos. Isso é motivo para LER cada vez mais e escrever lindas histórias...
Valeu!
Veja as fotos da entrega dos livros
OLÁ GALERINHA!
Muita Criatividade e Histórias bem legais!
Veja as fotos dos alunos da 4ª série, na lousa Interativa treinando para participar da Oficina de textos.
Veja as fotos dos alunos da 4ª série, na lousa Interativa treinando para participar da Oficina de textos.
"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde."
Essa turminha adora ler!
Música Aquarela TOQUINHO
Ilustração: alunos da turma 41
Música Aquarela TOQUINHO
Ilustração: Alunos da Turma 42 











